Seu desmonte está funcionando. Mas ele está protegido?
Estoque aumentando, vendas acontecendo, clientes chegando e dinheiro sendo investido. Para quem opera sem o devido registro ou credenciamento, esse crescimento também pode significar uma exposição cada vez maior.
Operar há anos não significa estar regular.
Muitos desmontes chegaram até aqui da mesma maneira: começaram pequenos, aumentaram o estoque, conquistaram clientes e continuaram trabalhando sem concluir o processo de regularização.
O problema é que o cenário de fiscalização e controle do setor está ficando cada vez mais rigoroso.
Em ações recentes divulgadas pelos DETRAN's, desmontes foram interditados por situações que incluíam ausência de credenciamento, falta de notas fiscais, peças sem rastreabilidade e irregularidades ambientais.
A pergunta deixou de ser “será que vão fiscalizar?” e passou a ser: “Quando vão fiscalizar meu desmonte?”
A Lei Federal nº 12.977/2014 determina que a atividade de desmontagem somente pode ser realizada por empresa registrada perante o órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal onde atua.
Ou seja, CNPJ, emissão de nota fiscal e tempo de mercado são importantes, mas não substituem o registro necessário para exercer a atividade de desmontagem.
Você não está colocando apenas documentos em risco.
Para quem já está operando, o problema de permanecer irregular é muito maior do que simplesmente receber uma notificação.
Existe patrimônio envolvido.
Estoque
Motores, câmbios, peças, carcaças e veículos representam dinheiro investido.
Estrutura
Galpão, equipamentos, prateleiras, ferramentas e adequações físicas.
Faturamento
Uma paralisação pode interromper imediatamente a entrada de receita.
Reputação
Clientes e parceiros buscam cada vez mais procedência e segurança na compra.
Hoje, o estoque precisa ter histórico.
Uma peça dentro de um desmonte não deveria ser apenas “um motor”, “um câmbio” ou “uma porta”.
Em uma operação regular, é necessário existir controle sobre a origem do veículo, sua entrada na empresa, a desmontagem, o cadastro das peças e a destinação dos materiais.
De onde veio o veículo ou a peça?
A entrada e a comercialização estão documentadas?
A peça pode ser relacionada à sua origem?
O imóvel está adequado à atividade exercida?
O sistema de identificação utiliza etiquetas individuais para permitir a rastreabilidade das peças comercializadas por empresas credenciadas.
Regularizar não começa protocolando documentos. Começa descobrindo o que precisa ser corrigido.
Seu desmonte já está funcionando. Por onde começar?
Empresas em operação precisam de uma análise diferente de quem ainda vai abrir um desmonte do zero. Antes de iniciar um processo, é importante avaliar a realidade que já existe.
Empresa
CNPJ, atividades, documentos e situação cadastral.
Imóvel
Estrutura existente, zoneamento e possíveis adequações.
Estoque
Origem, documentação e condição atual das peças e veículos.
Operação
Processos fiscais, ambientais, técnicos e de rastreabilidade.
Não espere a fiscalização descobrir primeiro o que precisa ser corrigido.
Quando o próprio empresário identifica os pontos de irregularidade, ainda existe espaço para planejamento, adequação e tomada de decisão.
Para quem já possui estoque, clientes, estrutura e faturamento, regularizar não significa apenas cumprir uma obrigação. Significa proteger o que já foi construído.
Seu desmonte já funciona, mas ainda não é regularizado?
A MaxSoluções analisa a situação atual da sua operação, identifica os principais pontos que precisam de adequação e estrutura o caminho necessário para buscar o credenciamento.
Antes de continuar investindo em uma operação irregular, descubra o que precisa ser feito para proteger seu negócio.
Falar com um especialistaReferências utilizadas
Lei Federal nº 12.977/2014 , que regulamenta a atividade de desmontagem de veículos automotores.
Resolução Contran nº 611/2016 , com procedimentos relacionados à baixa e à desmontagem de veículos.
Detran-RJ, Operação Desmonte , ações recentes de fiscalização no setor de desmontagem e comércio de peças usadas.
Conteúdo informativo. As exigências podem variar conforme o estado, município, características do imóvel e situação específica da empresa. Uma análise individual é recomendada antes de iniciar protocolos, adequações ou investimentos.